Cercas de qualidade contribuem para maior produtividade e segurança da pecuária

Diversos fatores impulsionam positivamente a produção de carne bovina: genética, nutrição, sanidade, mão- de obra e gestão de qualidade estão entre eles

Diversos fatores impulsionam positivamente a produção de carne bovina: genética, nutrição, sanidade, mão- de obra e gestão de qualidade estão entre eles

Diversos fatores impulsionam positivamente a produção de carne bovina: genética, nutrição, sanidade, mão- de obra e gestão de qualidade estão entre eles. No item manejo e infraestrutura, as cercas e o tipo de arame utilizado também têm relevância em termos de papel de produtividade, segurança e sanidade.

Para Renato Jaquetto, analista de mercado da região Sudeste da Belgo Bekaert Arames, os pecuaristas precisam dar mais atenção à qualidade do cercamento. “Muitas vezes desapercebidas, as cercas estão entre os principais investimentos em uma propriedade rural e têm importantes funções, como proteção de áreas, fazendas inteiras e dos próprios animais, controle de invasões externas, facilitação no manejo diário e outras”, explica Jaquetto.

Mas como escolher a melhor cerca para a fazenda? Antes de tudo, é importante considerar o papel da cerca como delimitador de área, porque ela divide os piquetes por objetivos e classes de animais. “A boa cerca tem de fazer o básico: controlar a presença dos animais no local determinado”, ressalta o especialista da Belgo Arames. Um ganho adicional é o controle dos conflitos entre os animais, que podem ser muito prejudiciais em termos de produtividade. “Ainda no quesito produção, não se pode deixar de ponderar que a divisão de um pasto tende a melhorar a coleta do capim”, complementa Renato Jaquetto.

Antes de escolher o tipo de arame a ser utilizado para instalação das cercas, é imprescindível que o pecuarista faça algumas análises. “O tipo de terreno influencia a escolha, devido à quantidade de madeira e esticadores usados em uma cerca. Por exemplo: com uma cerca de arame liso, é necessário ter estrutura de esticador e palanque com madeiras mais grossas para maior rigidez. Consequentemente, ela é mais onerosa tanto do ponto de vista do material quanto em relação à mão de obra”, recomenda o analista de mercado da região Sudeste da Belgo Bekaert Arames.

Jaquetto diz que cercar a propriedade com material elétrico também é uma opção, se bem manejada e alinhada a um planejamento de produção bem definido, pode ser uma outra alternativa viável aos produtores rurais.


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